quinta-feira, 24 de novembro de 2011


NOVO CENÁRIO - Veneziano revela como anda relacionamento político com RC e faz prognóstico para 2012: “Ele estará mais próximo de Campina”












Após ter admitido que poderia apoiar um candidato de outro partido na disputa pela Prefeitura de Campina Grande em 2012, o prefeito da Rainha da Borborema resolveu agora falar sobre o relacionamento com o atual governador do Estado Ricardo Coutinho e também sobre como o Governo do PSB está tratando Campina Grande na visão da gestão municipal.

Com um discurso brando, Veneziano disse não esperar para o ano de 2011, ações administrativas por parte do Governo do Estado no município em que governa, já que, segundo ele, apenas promessas foram feitas para a população da Rainha da Borborema nesse primeiro ano da gestão estadual Ao ser questionado se ainda desejaria pleitear uma audiência com o governador Ricardo Coutinho (PSB), o ‘cabeludo’ foi enfático.

“Pedir a gente pode até pedir, mas ter esperança de ser atendido e ter ainda mais expectativas de que as demandas de Campina sejam atendidas, é impossível”, desabafou.

Após o desabafo, Veneziano chegou a lembrar de recente visita feita pelo ‘staff’ socialista à Rainha da Borborema durante comemoração do aniversário de Campina onde foram feitas promessas, porém nenhuma até hoje foi concretizada.

“No dia dez de outubro a Paraíba se lembra que toda a estrutura do Governo veio até aqui e me diga quais demandas saiu do papel? Nenhuma!”, disparou.

NEGATIVISMO: O prefeito de Campina Grande ainda mostrou desesperança quanto a eficácias de ações por parte da administração estadual no município de Campina Grande.

“Não tenho maiores expectativas em relação ao Governo, a não ser que no próximo ano, por estarmos vivendo uma campanha eleitoral, tenhamos uma presença mais efetiva dele em Campina, simplesmente por ser um ano eleitoral”, alertou.

Por fim, Veneziano Vital do Rêgo justificou o seu argumento e continuou a ironizar o modelo de gestão adversário “Digo isso por fatos, sequer os projetos do Governo da Paraíba existiam”, concluiu.

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